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sexta-feira, 19 de maio de 2017

Delação desencadeia nova crise política e abre chances de um novo impeachment em menos de um ano


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O vazamento de trechos de uma nova delação premiada abalou as bases da República na tarde da última quarta-feira, 17 de maio, colocando sob fogo cerrado o presidente Michel Temer (PMDB) e o senador Aécio Neves (PSDB), e colocando no horizonte a possibilidade de um novo impeachment.
Nesta quinta-feira, 18, o ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, decidiu pelo afastamento de Aécio Neves de suas funções como senador, e agora, encaminhou ao plenário da Corte o pedido de prisão do político feito pela Procuradoria Geral da República. A decisão deverá ser tomada em breve.
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Já Michel Temer voltou ao centro das denúncias de corrupção após uma delação dos empresários Joesley Batista e Wesley Batista, irmãos controladores do grupo JBS, empresa dona da Friboi e outras marcas do ramo alimentício. De acordo com informações do jornalista Lauro Jardim, de O Globo, o presidente teria avalizado a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na Operação Lava-Jato.
Joesley Batista
Os irmãos Batista teriam confirmados ao ministro Fachin que sua delação premiada negociada diretamente com a Procuradoria Geral da República foi feita de forma espontânea, e que teriam fornecido provas do envolvimento de Michel Temer com o esquema de abafamento de uma eventual delação de Cunha.
“Os donos da JBS […] estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação”, informou Jardim.
Ainda de acordo com a informação, o presidente “ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados”, e na sequência, Temer teria se manifestado favorável a isso: “Tem que manter isso, viu?”.
O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) concedeu entrevista na manhã desta quinta-feira à rádio Jovem Pan e pediu a renúncia de Temer e Aécio Neves, para poupar o país de prejuízos maiores nas áreas econômica e institucional, decorrentes de um longo processo de cassação, como foi o da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

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