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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Full Conference - Mega Evento Igreja ADALPHA



A FULL Conference é muito mais que um evento para receber milhares de jovens de todo Brasil e do exterior. É um movimento para gerar a oportunidade para que esses jovens saiam empoderados, impactados, transformados e transbordando do Espírito Santo e nessa experiência gerar o desejo de influenciar e impactar a sua geração através da Cultura do Reino de Deus.


Conferência de Adolescentes e Jovens da ADAlpha - REAJA
Seja cheio do Espírito Santo! 
Dias 27, 28 e 29/07
#FULLCONF2017


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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Igrejas celebram festas juninas com “crentão” e “Sem João”

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É pecado uma igreja evangélica realizar uma festa junina? Para muitas denominações do Nordeste ao Sul do Brasil essa barreira já foi rompida, e as celebrações atraem muitos fiéis.

Excluindo os elementos que remetam aos santos e ao catolicismo, surgiram muitas versões da festa pagã, só que com uma ‘cara’ gospel.

As fogueiras nem sempre são acesas. Os santos não existem (a Festa de São João virou a de “Sem João, com Cristo”) e as bebidas não incluem álcool. O quentão (cachaça fervida com gengibre) virou o “crentão” (suco fervido com gengibre). Há até o vinho crente, feito com suco de uva.

Pastor Cristiano Mendes (34) da Congregação Luterana São Paulo, de Curitiba, é favorável a celebração pela igreja. “Aproveitamos uma festa boa e tiramos aquilo que pode ter erro e fazemos a festa apenas para a congregação”, disse o pastor.

Ele ainda defende a realização do evento, pois não vê pecado em se caracterizar de caipira e comer os pratos típicos do período. “Foi criada a pedido do movimento jovem da igreja para arrecadar fundos para os departamentos de jovens, atrair vizinhos e ter o seu lucro”. É uma oportunidade de confraternização, sem estar ligado aos santos. “Falam em festa de são João, mas não são para o santo em si”, declara Cristiano.

Em São Bernardo do Campo (SP), a Bola de Neve Church realizou no sábado (24) a Festa do Crentão, que reúne em média 1.500 pessoas.

Em Itamotinga, no interior da Bahia, a festa do Sem João surgiu como alternativa aos retiros realizados nesta época do ano. “A maioria das igrejas saem em retiro espiritual, mas a nossa nunca saiu”, afirma Andressa Caldas, 23, líder do grupo de louvor da Igreja Batista da cidade.

O evento trata-se de um encontro com jovens. São realizadas oficinas para meninos e meninas, com dinâmicas, período de louvor. “A comida típica que a gente come é amendoim, no máximo. Tomamos apenas refrigerante”, relata Andressa.

O diácono da Igreja Presbiteriana do Brasil em Funcionário IV, em João Pessoa (PB), Diego Monteiro Pacheco é um dos organizadores do “Sem João, Com Cristo”, que será realizado no dia 1º de julho.

Para Monteiro a data é uma oportunidade para a comunhão, palavra e oração. “A nossa maior preocupação é quanto a nossos jovens não se sentirem atraídos pelos festejos pagãos. Por isso alugamos um local, onde possamos ficar um pouco distante dos festejos, e lá glorificar a Deus”, afirma.

Na Bola de Neve Church da capital paranaense a celebração segue a caracterização caipira. “Rola músicas cristãs no ritmo de festa junina, oração… Enfim, é uma comunhão só que a caráter. Sempre convidamos pessoas que não são pessoas evangélicas. Às vezes, tem quadrilha. E tem o nosso crentão, com suco. É bom, sim”, enfatiza Ana Paula de Oliveira.

Nem todos aprovam

Pastor titular da igreja Nova Aliança, em Água Verde, bairro de classe média de Curitiba (PR), Robson Hernandes de Oliveira (58) é contra as festas juninas celebradas pelos evangélicos.

“Nós não fazemos. Acho melhor evitar, porque a gente identifica o que não endossa, como veneração a figuras históricas que são valiosas, mas a forma de venerar não é algo que a gente valida. Eu prefiro me afastar desse constrangimento desnecessário”, considera Oliveira.

A origem dessas festas, na visão de Robson, está ligada à exaltação de personagens cristãos históricos, a exemplo de São João. “Não queremos dar espaço para que essas pessoas sejam dadas como intermediadores, não queremos uma celebração que nos dê essa impressão ou estimular o sincretismo, que é danoso para a igreja, a gente evita. Mas respeito quem faz”. Com informações Uol

A cantora Marina Viana apresenta o álbum Nascer de Novo, seu primeiro disco pela gravadora Central Gospel Music.

Release:



A cantora Marina Viana apresenta o álbum Nascer de Novo, seu primeiro disco pela gravadora Central Gospel Music. Liberado nas plataforma digitais na última sexta-feira (24), o álbum apresenta dez faixas. 

Faixas 
1. Teus Celeiros 
2. É Necessário Nascer de Novo 
3. Fogo do Avivamento 
4. Exemplo de Amor 
5. Me Ajude a Caminhar 
6. Aleluia 
7. Agora que a Luz Brilhou 
8. Ninguém Te Ama Como Deus 
9. Toma Meu Coração 
10. Gravado em Suas Mãos 

Nascer de Novo 
(Marina Viana) 
Lançamento: Jun/2017 
Selo/Gravadora: Central Gospel Music



Marco Antonio Villa diz que “igreja é um negócio” e por isso deve pagar impostos

A discussão em torno do fim da imunidade tributária das igrejas e demais templos religiosos ganhou um novo capítulo recentemente, com o historiador Marco Antonio Villa defendendo a cobrança de impostos por considerar a fé “um negócio”.
Resultado de imagem para historiador Marco Antonio Villa defendendo a cobrança de impostos por considerar a fé “um negócio”.Villa é professor de história, escritor e comentarista do Jornal da Manhã, da rádio Jovem Pan, e afirmou que “o Brasil está muito longe da civilização”, pois a seu ver, o Estado laico não poderia privilegiar as pessoas que têm fé em detrimento de ateus, por exemplo.

“É um verdadeiro absurdo igreja não pagar imposto. Porque a igreja é um negócio. Poderia até pagar menos, mas é um negócio”, disse Villa, fazendo referência à Igreja Universal do Reino de Deus, pois citou “o cara” que tem “emissora de televisão, carros de luxo, etc”.
A discussão em torno do assunto começou quando a emissora noticiava o projeto de anistia da prefeitura de São Paulo aos templos religiosos que possuem débitos do IPTU. A proposta foi aprovada por ampla margem na Câmara Municipal.Villa, que costuma desqualificar de forma pejorativa os argumentos de quem não diz amém às suas ideias, entende que a laicidade do Estado significa cobrança de impostos, e não a garantia à liberdade religiosa. “Tem de pagar imposto, porque é um negócio. Uma república não deve privilegiar quem tem e que não tem religião”, reiterou.
Na Constituição Brasileira – assim como na norte-americana e de outros países – o Estado garante o livre exercício da religião. A cobrança de impostos poderia significar, em muitos casos, a “falência” de uma instituição religiosa ou na limitação de ações sociais, o que resultaria em um cerceamento ao direito de culto e crença.
Villa foi confrontado por seu colega de bancada, o jurista e jornalista Joseval Peixoto – que é também apresentador do telejornal SBT Brasil -, que sugeriu a cobrança de impostos em cima dos bens particulares e empresas de líderes religiosos, mas não das igrejas e demais entidades. “Você já pensou a igreja da Sé pagando imposto?”, questionou Peixoto, fazendo referência à catedral localizada no centro de São Paulo e que é um dos símbolos da cidade. Atualmente, o Senado discute uma proposta de tributação das igrejas e demais templos religiosos. A discussão surgiu a partir de uma enquete realizada no portal da Casa, que vem sendo mantida no ar há alguns meses e, mesmo sendo inconstitucional, tem o apoio de grande parcela da sociedade.
Villa, que costuma desqualificar de forma pejorativa os argumentos de quem não diz amém às suas ideias, entende que a laicidade do Estado significa cobrança de impostos, e não a garantia à liberdade religiosa. “Tem de pagar imposto, porque é um negócio. Uma república não deve privilegiar quem tem e que não tem religião”, reiterou.
Na Constituição Brasileira – assim como na norte-americana e de outros países – o Estado garante o livre exercício da religião. A cobrança de impostos poderia significar, em muitos casos, a “falência” de uma instituição religiosa ou na limitação de ações sociais, o que resultaria em um cerceamento ao direito de culto e crença.
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Atualmente, o Senado discute uma proposta de tributação das igrejas e demais templos religiosos. A discussão surgiu a partir de uma enquete realizada no portal da Casa, que vem sendo mantida no ar há alguns meses e, mesmo sendo inconstitucional, tem o apoio de grande parcela da sociedade.
Assista o vídeo:



Categoria Livros

terça-feira, 13 de junho de 2017

BOPE inaugura igreja evangélica na sede do batalhão: “Com Deus, missão dada é missão cumprida”

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O BOPE se tornou famoso em todo o Brasil por causa dos filmes Tropa de Elite, ganhando status de polícia mais temida do país e tornando-se símbolo do combate à bandidagem e corrupção. Agora, o batalhão volta às manchetes por abrigar uma igreja evangélica em sua sede.

Em maio passado, o Batalhão de Operações Especiais (BOPE) da Polícia Militar do Rio de Janeiro inaugurou um espaço em sua sede voltado exclusivamente aos cultos, que já aconteciam dentro da corporação desde os anos 1990.

O espaço, de acordo com informações do portal Vice, foi construído com mão de obra e contribuições dos próprios soldados e também de moradores da comunidade Tavares Bastos, vizinha à sede do BOPE. O jornal O Dia estimou entre R$ 40 e R$ 50 mil o custo da obra.
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Apelidado de “culto dos caveiras“, a cerimônia inaugural do templo contou ainda com a presença da banda da Polícia Militar do Rio de Janeiro, embora os músicos tenham precisado deixar o local antes do fim da celebração, devido a uma convocação para prestar homenagens a um colega morto em serviço.

O pregador do dia foi o pastor e jornalista Antonio Carlos Costa, presidente da ONG Rio de Paz, convidado especialmente para inauguração do templo. Em seu sermão, falou sobre o encontro entre Jesus e Nicodemos, líder religioso de alta influência na sociedade à época.

Costa afirmou que Nicodemos saía para encontrar Jesus na calada da noite, pois não gostaria de ser visto com o mestre que era mal visto pelo clero. Segundo o jornalista Yago Gonçalves, o pastor centrou sua mensagem no conceito básico da passagem: o “nascer de novo”.

Com pequenos reparos a serem feitos na escada de acesso ao templo, a inauguração foi parcial, mas contou com a presença de familiares dos soldados e amigos, relatou Gonçalves.

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“O comandante da corporação cortou uma pequena fita amarela e todos entraram no espaço com uma enorme alegria. Alguns choraram. Então, todos fecharam os olhos e oraram — talvez um dos poucos momentos em que os Caveiras, diante de desconhecidos, se dão ao luxo de fechar os olhos”, observou o jornalista.

“Estamos muito felizes com essa conquista e por poder mostrar à sociedade que na nossa instituição há pessoas de fé que, além de suas missões militares no dia a dia, buscam levar a palavra de Deus à comunidade, interagindo e ficando cada vez mais próximas a ela”, disse o subtenente André Monteiro, presbítero na nova igreja. “Para nós, missão dada é missão cumprida. Inclusive com relação às coisas de Deus”.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Netflix vai lançar série sobre a adolescência de Jesus; Produtora admite que irritará cristãos

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A plataforma de filmes e séries Netflix encomendou um novo projeto que vai abordar a adolescência de Jesus, período sobre o qual quase não há informações na Bíblia. A responsável pelo desenvolvimento será Jenji Kohan, criadora de Orange Is the New Black.

A produtora anunciou o início dos trabalhos já adiantando que a série sobre Jesus irá se sustentar em polêmica, pois espera “deixar algumas pessoas nervosas”. Kohan, que é judia, tem como marca de sua carreira no entretenimento abordar temas progressistas.

Na entrevista à revista Hollywood Reporter, Jenji Kohan garantiu que irá extrapolar alguns pontos que estariam dentro do que se considera respeito: “Sim, estamos desenvolvendo [com a Netflix] um projeto sobre um Jesus adolescente que seria como Anos Incríveis, mas com Jesus no centro. Sim, isso é o tipo de coisa que fazemos onde temos de ultrapassar limites”, afirmou a produtora.

Anos Incríveis foi uma série produzida entre 1988 e 1993, ambientada nos anos 1960 e 1970, apresentando questões sociais e os eventos históricos dessa época, permeada por músicas e sempre narrada a partir do ponto de vista do protagonista Kevin Arnold e seus amigos.
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Seu projeto de maior sucesso, Orange Is The New Black (que pode ser traduzido como “laranja está na moda”) se passa em um presídio feminino – daí a menção à cor laranja – e tem uma abordagem alinhada ao discurso e agenda LGBT. Outro projeto de repercussão de Kohan é a série Weeds (“ervas”), que falava sobre drogas e o ambiente formado pelos usuários.

Mesmo com uma carreira tão “progressista”, com disposição para abordar temas que, segundo ela, “pessoas de fé considerariam imoral”, a produtora se diz religiosa, frequentadora de uma sinagoga e observadora de tradições. Contudo, disse na entrevista que sabe que os cristãos ficarão furiosos com sua nova série.

Assista Aqui o novo vídeo "Vou Amar-Te" da cantora Pamela e participação de Paulo César Baruk




A cantora Pamela divulgou mais uma gravação que fará parte do seu disco Tour do Amor. "Vou Amar-Te", que fez parte do disco Tempo de Sorrir, lançado em 2014 pela Som Livre, agora foi regravada para o disco que coleciona hits românticos da cantora. A direção é de Felipe Arcanjo. 

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VOU AMAR-TE

Sou da terra, mas na terra só meus pés estão
Sigo estrelas, posso tê-las na palma das mãos
Sou daqui, mas meu coração é lá
Ganhou de mim saiu de órbita
E é grave minha condição, sem ar, sem chão a gravidade sumiu

Vou amar-te até o fim do mundo eu vou
Explorar a criação do criador
Descobrir mistérios do universo teu
Coração, minha atração, meu céu

Sou teu astro, astronauta a viajar
Teu espaço todo eu quero conquistar
Habitar teu sonho mais bonito
Minha paixão, atração, meu céu

Autores: Edimar Filho e Mauricio Lins 

“Deus é verdadeiramente o maior”, diz Lewis Hamilton ao receber capacete de Ayrton Senna como homenagem



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Lewis Hamilton é um dos grandes pilotos da história da Fórmula 1, e sempre declarou sua admiração por Ayrton Senna, falecido em 1994. No último final de semana, igualou um dos maiores feitos do brasileiro e agradeceu a Deus pelo privilégio.

No Canadá, o piloto inglês igualou-se à marca de 65 pole positions estabelecida por Ayrton Senna ao longo de sua carreira. Antes, Hamilton já havia igualado o número de títulos mundiais, três, e superado o número de vitórias, 41. Atualmente, o piloto da Mercedes tem 56 troféus de primeiro colocado.

Resultado de imagem para “Deus é verdadeiramente o maior”, diz Lewis Hamilton ao receber capacete de Ayrton Senna como homenagemA família de Ayrton Senna, através do intituto que leva o nome do piloto, resolveu retribuir todo o gesto de carinho que Lewis Hamilton sempre demonstra pelo tricampeão e o presenteou com um capacete, no dia em que ele igualou a marca mais impressionante da carreira do brasileiro.

Ao receber o presente, Hamilton não conseguiu evitar a surpresa, e as câmeras de TV flagraram o piloto às lágrimas. “Estou tremendo. Para muitos de vocês, Ayrton foi o piloto favorito. Ele era o meu também. Receber isso, e empatar com ele é uma grande honra”, disse.

Posteriormente, mais calmo, Lewis Hamilton escreveu em suas redes sociais que estava grato com tudo que recebeu de Deus ao longo dos anos.

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“Em absolutamente descrença com o que aconteceu hoje. Deus é verdadeiramente o maior. Meus sonhos mais loucos se tornaram realidade, e eu sou tão grato! Obrigado família Senna por esse presente inacreditável. O capacete do meu herói. UAU! Eu vou apreciar isso para sempre”, afirmou.

Em outras oportunidades, Lewis Hamilton já deu mostras de sua espiritualidade, agradecendo a Deus por suas conquistas e dizendo que “conta as bençãos” recebidas. No começo da carreira, afirmou sem meias-palavras: “Ele tem um plano para mim, só não sei qual é”.

“Eu apenas sou grato por estar aqui, é um clima bonito, só 22 de nós podem correr, eu estou na frente desses 22, então sou superabençoado, por isso, nesse período, eu apenas conto as minhas bênçãos”, disse o tricampeão mundial há pouco mais de um ano.

A emoção de Hamilton por ser presenteado com um capacete de Ayrton Senna se prolongou por algumas horas, já que levou a relíquia para o pódio, na foto oficial dos três primeiros colocados no treino de classificação, e também para a entrevista coletiva.

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Caio Fábio diz que foi tratado por detentos e agentes como se fosse Jesus; Assista o testemunho

O pastor Caio Fábio divulgou mais um vídeo sobre sua experiência recente de prisão por conta do processo do “dossiê Cayman”. O material mostra os bastidores da comemoração da obtenção de seu alvará de soltura, com seus parentes e amigos festejando.

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O vídeo, divulgado na última terça-feira, 30 de maio, também mostra o momento em que Caio Fábio deixa o presídio e se reencontra com sua esposa, Adriana, e outras pessoas que foram à Papuda recebê-lo.
No programa Papo de Graça, da Vem e Vê TV, Caio Fábio contou detalhes do dia em que foi preso, do tratamento recebido na Superintendência da Polícia Federal em Brasília e também da recepção dos agentes penitenciários no Presídio da Papuda.
“Se eu quisesse ter um tempinho livre, eu tinha que ir ao banheiro”, disse o pastor, explicando que os detentos o pegaram “para pregar mesmo” nos momentos em que estavam no pátio do presídio.
Resultado de imagem para Caio Fábio diz que foi tratado por detentos e agentes como se fosse Jesus; Assista o testemunhoAo saber que seria solto, Caio Fábio disse que viu detentos chorando porque ele iria embora: “Eu tenho 136 pessoas de testemunha lá dentro, por que eles me trataram como se Jesus tivesse ido passar 3 noites e um dia na prisão”.

Em seu canal no YouTube, Caio Fábio frisou no título de um recorte do programa que “na Papuda, fui tratado como se fosse Jesus, por todos!”. No vídeo, disse que foi tratado “como um anjo do Senhor por todos: os internos e a administração”, o que explica o motivo de ter dito logo após ter saído do presídio que sua prisão havia sido “apenas missão”.
O pastor também revelou algo preocupante: na ala em que ficou preso, “70%”, segundo ele, eram detentos oriundos de igrejas evangélicas, e que 90% dos presidiários costumam assistir suas pregações online, na Vem e Vê TV.
Assista ao testemunho de Caio Fábio na íntegra:
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