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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

NEWS : Pregador Luo lança clipe com versão remix gravado em Nova York - Marfim

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O rapper Pregador Luo lança pela Universal Music Christian Group em seu canal da VEVO o clipe da versão remix de “Marfim”, canção que faz parte do álbum "Retransmissão".
O clipe que tem direção assinada por Sergio Cavalieri foi gravado em outubro de 2017 nas ruas de Nova York, ocasião em que o cantor gravou alguns clipes em diferentes cidades dos Estados Unidos.
Embora a canção seja de 2015 quando foi lançada no álbum “Governe”, a letra fala bem do momento de superação que o cantor está vivendo. Logo no início do clipe, Luo aparece andando pelas ruas da cidade americana e cantando: Eu recomeço quando eu quiser, pois eu tenho fé, pois eu tenho fé” e continua “Eles fizeram isso comigo. Alegaram que o destino quis assim. Mas o destino não manda, não manda em mim. Homens não ditam o meu fim,  pois eu sou duro que nem marfim. igual marfim”.
Luo diz que sua expectativa para esse lançamento é que ele alcance seu público de forma diferenciada. “Desejo que esse vídeo seja resposta para dúvidas daqueles que estão abatidos e desacreditados, que estão machucados ou oprimidos. Quero que eles saibam que não precisam ficar prostrados, mas que podem se reerguer e ficarem mais fortes do que eram antes”.
Assista Aqui :

No JN, Bolsonaro cita Deus e repudia erotização infantil; “Saiu maior do que entrou”, comentou Malafaia

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A TV Globo entrevistou Jair Bolsonaro (PSL) na edição de ontem, 28 de agosto, do Jornal Nacional, e mais uma vez o candidato conservador à presidência citou temas caros a grande parte da sociedade, demonstrando interesse em combater a erotização precoce de crianças nas escolas públicas, proteger a família e reduzir a criminalidade. No final, citou a importância de ser patriota e ter Deus no coração.

Na entrevista ao Jornal Nacional, Bolsonaro também ressaltou que está na política há anos, sem acusações de corrupção contra si, e que sua postura funcionou como uma espécie de atestado de honestidade para seus filhos, que também chegaram a cargos eletivos através do apoio popular.

Destacou que tem plena confiança de que o nome escolhido por ele para ser ministro da Fazenda, o economista Paulo Guedes, atuará em um eventual mandato para proporcionar crescimento ao Brasil, e que não serão “caprichos” de um ou de outro que farão a parceria entre ele e o economista ser desfeita ao longo dos próximos anos.

A jornalista Renata Vasconcelos abordou a desigualdade de salário entre homens e mulheres, citando dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que apontam uma diferença de 25% em média, em desfavor das mulheres.

O candidato citou que a legislação trabalhista em vigência no Brasil proíbe que os empregadores pratiquem discriminação de sexo, e que cabe ao Ministério Público do Trabalho a fiscalização a essas práticas, acrescentando que as mulheres também podem denunciar esses casos. A essa altura, diante da insistência da jornalista, Bolsonaro deu sua resposta mais comentada nas redes sociais ao longo da entrevista.

Renata Vasconcelos disse que, como cidadã, poderia questionar os proventos de Bolsonaro por ele, enquanto parlamentar, ser remunerado com dinheiro dos contribuintes, e que não aceitava que Bolsonaro questionasse as diferenças salariais entre ela e seu colega de bancada, William Bonner.

A resposta de Bolsonaro foi citar as verbas públicas de publicidade recebidas pela TV Globo e os refinanciamentos que a emissora conseguiu ao longo dos anos para continuar funcionando: “Você vive em grande parte aqui de recursos da União. São bilhões que o sistema Globo recebe de recursos da propaganda oficial do governo”, afirmou Bolsonaro, que foi interrompido por Bonner, mas insistiu. “Não preguem em mim essa pecha que eu defendo [essa diferença de salários], porque se eu tivesse defendido um dia, teria um discurso meu na Câmara. Nunca teve esse discurso. Teria um projeto meu na Câmara. Não existe. Esse rótulo foi pregado em mim […] quando eu dei uma entrevista ao jornal Zero Hora, de Porto Alegre. Eu estudei e falei porque mulher ganhava menos que homem de acordo com estudos, inclusive do IBGE”, enfatizou.

“Já está na CLT. A CLT garante salários iguais para homens e mulheres. E se a lei não está sendo cumprida… quando uma lei não é cumprida, a quem compete resolver? É a Justiça, o Ministério Público do Trabalho”, concluiu.

Bolsonaro também foi questionado sobre homofobia e aproveitou a oportunidade para citar o uso de dinheiro público na promoção de um seminário chamado “LGBT infantil” e no apoio do Poder Público na confecção de material para o combate ao preconceito, mas que dado o conteúdo, “passou a ser conhecido como kit-gay”.

Quando o candidato foi mostrar o conteúdo do livro, foi interrompido por Renata Vasconcelos, para que “não mostrasse às crianças” as ilustrações do livro. Em seguida, William Bonner acrescentou que as regras da entrevista para todos os candidatos haviam definido que os entrevistados não poderiam apresentar documentos.

“É um livro escolar, é para crianças”, insistiu Bolsonaro. “Os pais não sabem que isso está nas bibliotecas”, frisou, denunciando o conteúdo pornográfico do material distribuído nas escolas para crianças de todo o Brasil. “[Minhas declarações polêmicas] foram em momentos que a temperatura subiu. Nada eu tenho contra o gay, eu tenho contra o material escolar [doutrinador] em sala de aula”, enfatizou.

Sobre segurança pública, Bolsonaro foi novamente contundente ao defender que os policiais que confrontam bandidos armados tenham respaldo legal para, diante de uma resistência à autoridade, agir de forma letal. O candidato citou o caso do Haiti, onde as Forças Armadas brasileiras atuaram na pacificação e agiam de forma enérgica contra indíviduos armados com equipamento de guerra, por exemplo.

“Você tem ‘bonde’ aqui no Rio de Janeiro na Praça Seca, com 20 homens de fuzil. Como é que você tem que tratar essas pessoas? Pedindo para levantar as mãos, dar uma florzinha para eles? Ou atirar? Você tem que atirar. Se não atirar, não vai resolver nunca. Enquanto isso continuar acontecendo, infelizmente vamos continuar assistindo mortes de policiais e integrantes das Forças Armadas em todo o Brasil”, enfatizou.

Considerações finais

Quando foi questionado “que Brasil quer para o futuro”, o candidato foi enfático ao reiterar a plataforma de campanha que ele homologou e que já vinha apresentando durante os últimos anos, citando a desorganização instalada no país durante os governos PSDB e PT, desde 1995.

“Nos últimos 20 anos, dois partidos mergulharam o Brasil na mais profunda crise ética, moral e econômica. Vamos, juntos, mudar esse ciclo. Mas, para tanto, precisamos eleger um presidente da República honesto; que tenha Deus no coração; patriota; que respeite a família que trate com consideração as crianças nas salas de aula; que jogue pesado no tocante à insegurança no nosso Brasil; una o nosso povo, brancos, negros, nordestinos, sulistas, ricos e pobres, homens e mulheres; para buscarmos o bem comum. Nós, no Brasil, temos tudo, tudo para sermos uma grande nação. Só falta essa união entre nós. E que o presidente indique seus ministros sem indicação política”, afirmou.

Assista à íntegra da entrevista:





Malafaia

O pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), como sempre, usou seu Twitter para comentar o desempenho de Bolsonaro na entrevista e destacou a atitude do candidato em denunciar um livreto de doutrinação LGBT em pleno Jornal Nacional.

“Mostrar kit gay no JN é imoral, mostrar para crianças de 6 anos, pode. Gostei de ver Bolsonaro não se intimidando diante da banca do JN. PRA CIMA DELES! Não pode dar moleza!”, afirmou.

“Tentaram encurralar Bolsonaro com questão de homofobia. Se acham que as cartilhas do ativismo gay não tem problemas para as crianças, deixa aparecer na TV. CAMBADA DE CÍNICOS! Bolsonaro fez a banca do JN mudar o assunto”, acrescentou o pastor.


quarta-feira, 27 de junho de 2018

Presidente filipino provoca fúria ao chamar Deus de ‘filho da p…’

O presidente das Filipinas continua acumulando polêmicas. Desta vez, Rodrigo Duterte, de 73 anos, disparou contra os católicos, no país com maior número de fiéis da Ásia.

Segundo matéria do ‘Extra’, Duterte questionou, em um discurso televisionado na última sexta-feira (22), a história da criação do homem e perguntou por que Deus criou Adão e Eva apenas para permitir que eles sucumbissem à tentação que destruiu sua pureza.

"Quem é esse Deus estúpido? O filho da p... é então realmente estúpido”, disse Rodrigo Duterte, de 73 anos

“Quem é esse Deus estúpido? O filho da p… é então realmente estúpido”, disse o líder de 73 anos, conhecido por suas declarações públicas desconexas. “Como você pode racionalizar um Deus? Você acredita?”, disse ele.

O presidente lamentou que o pecado de Adão e Eva na teologia cristã resultou em todos os crentes caindo da graça divina.

“Você não esteve envolvido, mas agora você está manchado pelo pecado original… que tipo de religião é essa? Isso é o que eu não consigo aceitar, proposta muito estúpida”, disse ele.

A reação de autoridades católicas foi dura e imediata.

“A declaração de Duterte contra Deus e a Bíblia revela novamente que ele é uma aberração psicológica, um psicopata, uma mente anormal que não deveria ter sido eleita como presidente de nossa nação civilizada e cristã”, rebateu o bispo católico Arturo Bastes.

Em 2015, Duterte chocou os católicos ao xingar o Papa Francisco por ter provocado uma grande engarrafamento em Manila, capital do país, durante sua visita.

Minissérie ‘Lia’ estreia nesta terça-feira, contando origem das 12 tribos de Israel


A Record TV apresenta, a partir desta terça-feira, a minissérie Lia, que vai contar a história da primeira esposa de Jacó, que foi enganado por Labão e precisou trabalhar por 14 anos antes de receber o direito a se casar com Raquel.

Elenco da Minissérie

A estratégia da emissora fica evidenciada no título dado à minissérie: a proposta é contar a história sob a perspectiva feminina, mostrando o engano ao qual Jacó foi submetido por Labão e a luta de Lia para conquistar o amor do marido, enquanto ele trabalhava pensando no casamento com sua irmã.

Lia e Raquel disputavam o amor de Jacó e deram à luz os doze filhos que posteriormente dariam nome às 12 tribos de Israel. A minissérie contará a história em 15 capítulos e será substituída pela novela Jesus.

O roteiro, escrito por Paula Richard – autora da novela O Rico e Lázaro, adapta a narrativa do livro de Gênesis, e apesar de inserir ficção no registro bíblico, não deve se exceder no conteúdo adicional, pois assim como as demais produções da emissora, conta uma história com final conhecido.

O elenco escalado para a minissérie, produzida em parceria com a Casablanca, tem a atriz Bruna Pazinato como protagonista. “Vim para o Rio para fazer o teste para melhor amiga [da protagonista]. Mas, quando eu saí, de alguma forma eles me enxergaram como Lia. É um desafio que caiu no meu colo, fiquei muito feliz e apreensiva com essa protagonista, porque eu sou nova e é uma grande responsabilidade por terem confiado em mim. 

Mas me doei por completo, quero que as pessoas possam ver minha entrega na TV”, contou a atriz, de acordo com informações do Notícias da TV.

terça-feira, 26 de junho de 2018

9 Hábitos de Pessoas Bem Sucedidas.

UNIDOS CONTRA A CORRUPÇÃO! EU APOIO ESTA CAUSA!

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Criada pela LiveAD em parceria com a Dogs Can Fly e a Dahouse, a campanha”Unidos contra a corrupção” foi lançada por uma série de instituições apartidárias e convoca o povo brasileiro para se unir e acabar com a corrupção do País. 

As peças apresentam novas medidas para travar a luta contra esse problema.




EU APOIO ESTA CAUSA!

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Marina Silva quer fazer plebiscito sobre legalização do aborto e da maconha se for presidente

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A pré-candidata à presidência Marina Silva voltou a adotar uma postura “isenta” em relação à descriminalização do aborto e da maconha, defendendo um plesbiscito para que a sociedade decida sobre os temas, colocando-se de forma a tentar agradar gregos e troianos. Ao mesmo tempo, pesquisas recentes apontam que a sociedade reprova mudanças nas leis que tratam do assunto.

Em entrevista à revista Veja, Marina Silva (Rede) foi questionada sobre qual o peso de sua profissão de fé, evangélica, em sua postura a respeito do aborto e da maconha, e sua resposta praticamente ignorou o ponto referente à sua crença pessoal.

“O aborto envolve questões de natureza ética, de saúde pública e religiosa. Defendo para esse tema, assim como para a descriminalização da maconha, que se faça um plebiscito. Esse é o caminho de ampliar o debate. Não se resolve o problema das drogas e do aborto rotulando alguém de conservador ou fundamentalista. Nós não queremos que mulher alguma tenha uma gravidez indesejada. Qual é a melhor forma para chegar a isso? Debatendo”, afirmou a ex-senadora.

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Quando questionada sobre o apoio de grande parte do eleitorado ao deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), Marina relativizou a adesão, apontando a revolta com a corrupção como responsável por esse movimento: “A sociedade está indignada. Não consegue mais aceitar que o dinheiro que deveria estar indo para uma creche está sendo desviado pela corrupção. Um primeiro momento da indignação sai muitas vezes como um berro de protesto. Mas ninguém fica berrando o tempo todo”, opinou.

“Chega uma hora em que a consciência sussurra mais alto, e as pessoas começam a perceber que as saídas mágicas não têm base na realidade”, disse, prevendo uma queda nas intenções de voto a Bolsonaro nos próximos meses.

Assim como Bolsonaro, Marina Silva terá menos de dez segundos de tempo de TV na campanha eleitoral, por conta da baixa quantidade de parlamentares da Rede Sustentabilidade no Congresso e por conta das alianças com partidos de igual baixa representatividade nas urnas em 2014.

Bolsonaro

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O pré-candidato do PSL respondeu no Twitter às afirmações de Marina Silva a Veja, dizendo que “um chefe de Estado deve mostrar a todos a sua verdadeira face”, para que a população saiba em quem está votando.

“Marina, ao sugerir plebiscito, sem dizer sua posição para temas tão relevantes, se esquiva e lava suas mãos no politicamente correto”, acrescentou Bolsonaro, criticando a postura recorrente de Marina Silva em se isentar de posições mais claras sobre temas tão caros à população brasileira.
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