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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Assalto à Igreja Universal no último culto do ano termina com dois mortos


Um assalto a uma das filiais da Igreja Universal do Reino de Deus terminou de forma trágica: dois dos suspeitos foram mortos em troca de tiros com a polícia, no último domingo, 31 de dezembro.

Os ladrões invadiram o templo da Universal na cidade de Capão da Canoa, cidade litorânea do Rio Grande do Sul, durante o momento da reunião dos fiéis. Quando terminaram a ação, usaram um veículo Celta, prata, para a fuga, e foram vistos por uma viatura da Brigada Militar.

Brigada Militar / Divulgação
Cofre de igreja foi recuperado em carro de criminosos
Segundo informações do jornal Zero Hora, os policiais notaram a situação suspeita e iniciaram uma perseguição, com troca de tiros. Os ladrões tomaram uma estrada regional, em direção à cidade de Capão Novo, e na altura do KM 34, os policiais conseguiram atingir os três suspeitos.

O carro em que eles tentavam fugir da polícia saiu da pista e parou numa área gramada, de escape. Dois dos envolvidos morreram no local, e o terceiro foi levado em estado gravíssimo ao hospital de Capão da Canoa.

Brigada Militar / Divulgação
Viatura da Brigada Militar foi atingida por tiros durante perseguição

No veículo, foram encontrados o cofre da igreja, roubado durante a ação, assim como os pertences dos fiéis, como celulares, carteiras e outros itens. 

A Brigada Militar apreendeu, ainda, três armas de fogo que estavam com os assaltantes.

domingo, 24 de dezembro de 2017

Boas Festas e que 2018 Seja Muito Abençoado!

O ano de 2017 esta findando, e espero que o novo ano de 2018 seja o mais abençoado para todos nós, com muita saúde, paz, amor, lealdade, amizade, e recursos, é o que desejo a todos, nós da Rádio Gospel Hits.

Esperamos que todos vocês nossos ouvintes, continuem conosco diariamente prestigiando a nossa programação que é feita com muito carinho e amor, para abençoar sua vida e de sua família.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

CADB é inaugurada com cerca de 10 mil pastores filiados; ordenação feminina ao pastoreio é liberada

Na manhã deste sábado (2), ocorreu a formalização da Convenção da Assembleia de Deus no Brasil (CADB). No Templo Central da Assembleia de Deus em Belém, Pará, também conhecida como a “igreja mãe” da denominação, milhares de pastores oficializaram sua decisão de se juntar a Samuel Câmara, que será o presidente.

Pastor Samuel Câmara será o Presidente da CADB
A cerimônia teve início às 10h, e se estendeu até às 12h30, sendo transmitida ao vivo pela internet. À noite, haverá um culto especial no mesmo local. Câmara aproveitou a oportunidade para divulgar os objetivos da nova convenção. Também foi lido seu estatuto e anunciados os projetos para o futuro.

Falando sobre uma “jornada muito abençoada” que seria “desenhada por Deus”, comunicou que já são mais de 10 mil membros filiados à CADB. Esses pastores são oriundos de quase todos os estados brasileiros. A única exceção é Sergipe. Câmara anunciou que, se nenhum pastor se filiar à nova convenção em breve, serão enviados missionários para aquele estado.

Um dos pontos altos foi o anúncio de um projeto para a sede da CADB, que será em São Cristóvão, Rio de Janeiro. Trata-se do mesmo prédio onde funcionava a primeira igreja Assembleia de Deus no Rio, em meados da década de 1930. É a única igreja fundada e liderada pelo Gunnar Vingren, missionário sueco fundador das Assembleias de Deus no país. Com uma longa história, tendo funcionado como a primeira sede da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) e da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD). O local foi adquirido pela CADB.

Entre os vários anúncios, Câmara apresentou o material para a Escola Dominical, que os pastores conveniados não serão obrigados a comprar. “Não queremos ser donos da alma e de tudo, seremos dirigidos por Deus”, provocou.

Chama atenção o fato de que nessa nova convenção haverá pastoras, algo que não é comum na denominação. “Deus abençoe as mulheres da Assembleia de Deus que são chamadas por Jesus. A CADB é o seu lugar”, afirmou.

Toda a programação da CADB pode ser conhecida no site oficial, onde já está disponível um e-book gratuito com o estatuto. Com informações de CADB e JM Notícia / Gospel Prime

Tiririca se despede: “Estou decepcionado com a política”. Veja o discurso

Em seu primeiro e último discurso na Câmara, o deputado federal Tiririca (PR-SP) anunciou nesta quarta-feira 6 sua despedida do Congresso. No plenário, o deputado chegou a anunciar o abandono da vida pública, indicando a renúncia, mas depois afirmou que cumprirá seu mandato até o fim e não vai se candidatar à reeleição. Alegando estar "com vergonha", se disse decepcionado com os colegas e com a política brasileira e pediu que os outros parlamentares "olhem pelo País".

Tiririca
Tiririca estava em seu segundo mandato. Em 2010, foi o mais votado em São Paulo, com 1,35 milhão de votos. Em 2014, teve 1,01 milhão de votos e ficou em segundo lugar, atrás de Celso Russomanno (PRB-SP).
A renúncia de Tiririca se dá dias depois de ele conceder uma entrevista ao Conexão Repórter, do SBT, na qual disse ter recebido propostas de propina em troca de voto. Nesta quarta, ele indicou que não vai denunciar os agora ex-colegas. 
"Eu jamais vou falar mal de vocês em qualquer canto que eu chegar e não vou falar tudo o que eu vi, tudo o que eu vivi aqui, mas eu seria hipócrita se saísse daqui e não falasse realmente que estou decepcionado com a politica brasileira, decepcionado com muitos de vocês", afirmou. "Eu ando de cabeça erguida porque não fiz nada de errado, mas acho que muitos dos senhores não têm essa coragem".
Confira a íntegra do discurso de Tiririca:

Priscilla Alcantara e Marcelo Aguiar participam do programa Raul Gil


Na tarde do sábado, dia 2 de dezembro, o “Jogo do Banquinho”, o mais famoso e longevo quadro do programa Raul Gil, no SBT, foi dominado pela música evangélica. Priscilla Alcantara, Marcelo Aguiar, Mary Hellen, Anderson Gustavo, Antonia Gomes e David Serpa (que se apresentou a lado da esposa Cristina Serpa) participaram do quadro e cantaram no palco do Raul.




Prisicilla cantou “Liberdade”, seguida de Mary Hellen com “Tesouro” e Anderson Gustavo com “Sei que Ele é fiel”.

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Ao convidar Marcelo Aguiar (que interpretou “Junto e misturado”) para o palco, o apresentador Raul Gil enfatizou o tempo que já conhecia o cantor ,”Nos conhecemos quando eu tinha 16 anos, porém a primeira vez que cantei aqui no seu programa foi quando eu tinha apenas 9 anos de idade”, lembrou Marcelo. Em seguida Antonia Gomes cantou “Fica Tranquilo” da Kemmily Santos e, finalizando as apresentações, David e Cristina Serpa entoaram “És Bem Vindo”.


Kleber Lucas vai ao Encontro, não fala de Jesus e diz que há ódio entre evangélicos

O cantor Kleber Lucas se tornou “a bola da vez” para a grande mídia, por conta de suas declarações e gestos que enfatizam o discurso politicamente correto e coloca a mensagem do Evangelho como algo secundário por se assemelhar com o humanismo. Dessa forma, ele foi convidado do programa Encontro com Fátima Bernardes, na TV Globo, na última terça, 05 de dezembro.


Durante o programa, Kleber Lucas interagiu com os convidados em uma roda de bate-papo de ideias homogêneas a respeito da fé e das religiões. Não houve, da parte do pastor, nenhuma ponderação contrária às afirmações de que “Deus criou todas as religiões” ou que “todas as crenças têm o mesmo propósito”.

Além de Kleber Lucas, Fátima Bernardes contou com a presença da ativista Kenia Maria, seguidora de uma religião afro-brasileira; Ana Vilela, cantora e agnóstica; Vik Muniz, artista plástico; e Érico Brás, ator da Globo.

Kleber Lucas, que usava uma camiseta com os símbolos de várias religões e a palavra “respeito” em destaque, não falou em nenhum momento sobre o conceito do Evangelho ou citou o nome de Jesus.

Em meio a uma discussão que pressupôs que Deus criou todas as religiões, Kleber Lucas delimitou sua linha teológica sem ponderar aos debatedores que, por exemplo, a Bíblia condena diversas práticas místicas e idolatria, características de muitas religiões pagãs.

O resumo do que Kleber Lucas prega em seu ministério, segundo ele próprio no programa, é colocar o homem no centro de tudo: “Falar da intolerância é colocar Deus dentro de uma caixinha ou de uma gaiola […] Eu gosto da fala do Rubem Alves que dizia: ‘a teologia não é uma rede que a gente tece para pescar Deus, por que Deus não pode ser pescado. A gente pesca a nós mesmos’”, afirmou.

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Politicamente correto

A ativista Kenia Maria, em uma postura que denotou autoritarismo, afirmou que todos os negros brasileiros têm uma dívida com as religiões afro, e que deveriam conhecê-las, acrescentando que a recusa a isso é “racista e preconceituoso”.

Kleber Lucas demonstrou não se opor à declaração de Kenia Maria, tratando-a como “irmã” e reforçando o discurso contra a “bandeira de ódio” supostamente hasteada por igrejas evangélicas contra as religiões afro.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Full Conference - Mega Evento Igreja ADALPHA


A FULL Conference é muito mais que um evento para receber milhares de jovens de todo Brasil e do exterior. É um movimento para gerar a oportunidade para que esses jovens saiam empoderados, impactados, transformados e transbordando do Espírito Santo e nessa experiência gerar o desejo de influenciar e impactar a sua geração através da Cultura do Reino de Deus.


Conferência de Adolescentes e Jovens da ADAlpha - REAJA
Seja cheio do Espírito Santo! 
Dias 27, 28 e 29/07
#FULLCONF2017


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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Igrejas celebram festas juninas com “crentão” e “Sem João”

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É pecado uma igreja evangélica realizar uma festa junina? Para muitas denominações do Nordeste ao Sul do Brasil essa barreira já foi rompida, e as celebrações atraem muitos fiéis.

Excluindo os elementos que remetam aos santos e ao catolicismo, surgiram muitas versões da festa pagã, só que com uma ‘cara’ gospel.

As fogueiras nem sempre são acesas. Os santos não existem (a Festa de São João virou a de “Sem João, com Cristo”) e as bebidas não incluem álcool. O quentão (cachaça fervida com gengibre) virou o “crentão” (suco fervido com gengibre). Há até o vinho crente, feito com suco de uva.

Pastor Cristiano Mendes (34) da Congregação Luterana São Paulo, de Curitiba, é favorável a celebração pela igreja. “Aproveitamos uma festa boa e tiramos aquilo que pode ter erro e fazemos a festa apenas para a congregação”, disse o pastor.

Ele ainda defende a realização do evento, pois não vê pecado em se caracterizar de caipira e comer os pratos típicos do período. “Foi criada a pedido do movimento jovem da igreja para arrecadar fundos para os departamentos de jovens, atrair vizinhos e ter o seu lucro”. É uma oportunidade de confraternização, sem estar ligado aos santos. “Falam em festa de são João, mas não são para o santo em si”, declara Cristiano.

Em São Bernardo do Campo (SP), a Bola de Neve Church realizou no sábado (24) a Festa do Crentão, que reúne em média 1.500 pessoas.

Em Itamotinga, no interior da Bahia, a festa do Sem João surgiu como alternativa aos retiros realizados nesta época do ano. “A maioria das igrejas saem em retiro espiritual, mas a nossa nunca saiu”, afirma Andressa Caldas, 23, líder do grupo de louvor da Igreja Batista da cidade.

O evento trata-se de um encontro com jovens. São realizadas oficinas para meninos e meninas, com dinâmicas, período de louvor. “A comida típica que a gente come é amendoim, no máximo. Tomamos apenas refrigerante”, relata Andressa.

O diácono da Igreja Presbiteriana do Brasil em Funcionário IV, em João Pessoa (PB), Diego Monteiro Pacheco é um dos organizadores do “Sem João, Com Cristo”, que será realizado no dia 1º de julho.

Para Monteiro a data é uma oportunidade para a comunhão, palavra e oração. “A nossa maior preocupação é quanto a nossos jovens não se sentirem atraídos pelos festejos pagãos. Por isso alugamos um local, onde possamos ficar um pouco distante dos festejos, e lá glorificar a Deus”, afirma.

Na Bola de Neve Church da capital paranaense a celebração segue a caracterização caipira. “Rola músicas cristãs no ritmo de festa junina, oração… Enfim, é uma comunhão só que a caráter. Sempre convidamos pessoas que não são pessoas evangélicas. Às vezes, tem quadrilha. E tem o nosso crentão, com suco. É bom, sim”, enfatiza Ana Paula de Oliveira.

Nem todos aprovam

Pastor titular da igreja Nova Aliança, em Água Verde, bairro de classe média de Curitiba (PR), Robson Hernandes de Oliveira (58) é contra as festas juninas celebradas pelos evangélicos.

“Nós não fazemos. Acho melhor evitar, porque a gente identifica o que não endossa, como veneração a figuras históricas que são valiosas, mas a forma de venerar não é algo que a gente valida. Eu prefiro me afastar desse constrangimento desnecessário”, considera Oliveira.

A origem dessas festas, na visão de Robson, está ligada à exaltação de personagens cristãos históricos, a exemplo de São João. “Não queremos dar espaço para que essas pessoas sejam dadas como intermediadores, não queremos uma celebração que nos dê essa impressão ou estimular o sincretismo, que é danoso para a igreja, a gente evita. Mas respeito quem faz”. Com informações Uol

A cantora Marina Viana apresenta o álbum Nascer de Novo, seu primeiro disco pela gravadora Central Gospel Music.

Release:



A cantora Marina Viana apresenta o álbum Nascer de Novo, seu primeiro disco pela gravadora Central Gospel Music. Liberado nas plataforma digitais na última sexta-feira (24), o álbum apresenta dez faixas. 

Faixas 
1. Teus Celeiros 
2. É Necessário Nascer de Novo 
3. Fogo do Avivamento 
4. Exemplo de Amor 
5. Me Ajude a Caminhar 
6. Aleluia 
7. Agora que a Luz Brilhou 
8. Ninguém Te Ama Como Deus 
9. Toma Meu Coração 
10. Gravado em Suas Mãos 

Nascer de Novo 
(Marina Viana) 
Lançamento: Jun/2017 
Selo/Gravadora: Central Gospel Music



Marco Antonio Villa diz que “igreja é um negócio” e por isso deve pagar impostos

A discussão em torno do fim da imunidade tributária das igrejas e demais templos religiosos ganhou um novo capítulo recentemente, com o historiador Marco Antonio Villa defendendo a cobrança de impostos por considerar a fé “um negócio”.
Resultado de imagem para historiador Marco Antonio Villa defendendo a cobrança de impostos por considerar a fé “um negócio”.Villa é professor de história, escritor e comentarista do Jornal da Manhã, da rádio Jovem Pan, e afirmou que “o Brasil está muito longe da civilização”, pois a seu ver, o Estado laico não poderia privilegiar as pessoas que têm fé em detrimento de ateus, por exemplo.

“É um verdadeiro absurdo igreja não pagar imposto. Porque a igreja é um negócio. Poderia até pagar menos, mas é um negócio”, disse Villa, fazendo referência à Igreja Universal do Reino de Deus, pois citou “o cara” que tem “emissora de televisão, carros de luxo, etc”.
A discussão em torno do assunto começou quando a emissora noticiava o projeto de anistia da prefeitura de São Paulo aos templos religiosos que possuem débitos do IPTU. A proposta foi aprovada por ampla margem na Câmara Municipal.Villa, que costuma desqualificar de forma pejorativa os argumentos de quem não diz amém às suas ideias, entende que a laicidade do Estado significa cobrança de impostos, e não a garantia à liberdade religiosa. “Tem de pagar imposto, porque é um negócio. Uma república não deve privilegiar quem tem e que não tem religião”, reiterou.
Na Constituição Brasileira – assim como na norte-americana e de outros países – o Estado garante o livre exercício da religião. A cobrança de impostos poderia significar, em muitos casos, a “falência” de uma instituição religiosa ou na limitação de ações sociais, o que resultaria em um cerceamento ao direito de culto e crença.
Villa foi confrontado por seu colega de bancada, o jurista e jornalista Joseval Peixoto – que é também apresentador do telejornal SBT Brasil -, que sugeriu a cobrança de impostos em cima dos bens particulares e empresas de líderes religiosos, mas não das igrejas e demais entidades. “Você já pensou a igreja da Sé pagando imposto?”, questionou Peixoto, fazendo referência à catedral localizada no centro de São Paulo e que é um dos símbolos da cidade. Atualmente, o Senado discute uma proposta de tributação das igrejas e demais templos religiosos. A discussão surgiu a partir de uma enquete realizada no portal da Casa, que vem sendo mantida no ar há alguns meses e, mesmo sendo inconstitucional, tem o apoio de grande parcela da sociedade.
Villa, que costuma desqualificar de forma pejorativa os argumentos de quem não diz amém às suas ideias, entende que a laicidade do Estado significa cobrança de impostos, e não a garantia à liberdade religiosa. “Tem de pagar imposto, porque é um negócio. Uma república não deve privilegiar quem tem e que não tem religião”, reiterou.
Na Constituição Brasileira – assim como na norte-americana e de outros países – o Estado garante o livre exercício da religião. A cobrança de impostos poderia significar, em muitos casos, a “falência” de uma instituição religiosa ou na limitação de ações sociais, o que resultaria em um cerceamento ao direito de culto e crença.
Resultado de imagem para historiador Marco Antonio Villa defendendo a cobrança de impostos por considerar a fé “um negócio”.Villa foi confrontado por seu colega de bancada, o jurista e jornalista Joseval Peixoto – que é também apresentador do telejornal SBT Brasil -, que sugeriu a cobrança de impostos em cima dos bens particulares e empresas de líderes religiosos, mas não das igrejas e demais entidades. “Você já pensou a igreja da Sé pagando imposto?”, questionou Peixoto, fazendo referência à catedral localizada no centro de São Paulo e que é um dos símbolos da cidade.
Atualmente, o Senado discute uma proposta de tributação das igrejas e demais templos religiosos. A discussão surgiu a partir de uma enquete realizada no portal da Casa, que vem sendo mantida no ar há alguns meses e, mesmo sendo inconstitucional, tem o apoio de grande parcela da sociedade.
Assista o vídeo:



Categoria Livros
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