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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Acusado de matar pastor com espada é absolvido no DF

O homem acusado de matar um pastor usando uma espada, em setembro de 2014 no Distrito Federal, foi absolvido pelo Tribunal do Júri de Taguatinga.
O júri entendeu que o autor dos golpes de espada, que fizeram com que o pastor Alessandro Veloso Pires, 40, perdesse um olho e parte da massa encefálica antes de entrar em óbito, sofre de insanidade mental e por isso não pode responder pelo crime.
O pastor saiu de Goiânia (GO) com os dois filhos mais novos, de 5 e 12 anos, para assistir ao mais velho, um militar, desfilar pelo Exército nas celebrações da Independência.
Pires comprou os assentos reservados de números 38 e 40, mas quando entrou no ônibus encontrou o acusado ocupando um dos lugares.
Segundo o filho mais velho da vítima, Patrick Lucas Pires, que é militar, o pai não fez questão do acento porque o ônibus tinha outras poltronas vazias, mas assim que o veículo estacionou no terminal rodoviário de Taguatinga, o homem se levantou e agrediu o pastor usando a espada.
“Ele deu vários golpes na cabeça do meu pai. Meu irmão de 12 anos, quando viu a cena, começou a gritar: ‘para, não faz isso não, ele é meu pai’. Depois o cara fugiu”, relatou o militar.
O agressor conseguiu fugir do flagrante, mas foi preso dias depois ao ser abordado por uma equipe da Polícia Militar. No ato da prisão ele estava com uma espada, duas facas e um amolador de facas. Todos os objetos foram apreendidos.
Em seu depoimento o acusado apresentou momentos de lucidez e de alucinações, “chegando a pensar que estava na marinha e que não queria manchar a farda”. Em outros momentos ele afirmou que atacou o pastor por estar com o filho de 5 anos no colo. Para ele, segurar uma criança no colo era abuso sexual.
Um laudo médico atestou que o acusado sofre de esquizofrenia e alienação mental. Por isso, ele é “incapaz de entender o caráter criminoso de fato”.
Como o Código Penal brasileiro não permite pena para portadores de doença mental, o juiz determinou que ele seja internado em hospital de custódia e tratamento psiquiátrico por prazo mínimo de três anos.Com informações G1

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