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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Mais um templo da Igreja Mundial do Poder de Deus é fechado pela justiça por causa do barulho


Mais um templo da Igreja Mundial do Poder de Deus é fechado pela justiça por causa do barulho
Na última semana a Igreja Mundial do Poder de Deus foi proibida pela Justiça de realizar cultos em mais um de seus templos, devido ao barulho emitido pela igreja durante suas reuniões religiosas. Dessa vez, a proibição foi determinada para o templo na cidade de Panorama (SP). O problema de emissão de ruídos está sendo recorrente em templos da denominação.


A decisão foi proferida pela juíza Christiene Avelar Barros Cobra, que deferiu o pedido de antecipação dos efeitos da tutela em ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual (MPE) contra a igreja, no qual afirma que a igreja vem gerando poluição sonora durante a realização de seus cultos, pois emite ruídos em níveis insuportáveis, prejudicando a população vizinha e causando incômodo aos moradores da localidade.

A juíza afirmou que “ao continuar as atividades tal como vêm sendo desempenhadas, inúmeras pessoas estarão sendo atingidas pela poluição sonora”, e explicou que, segundo o laudo pericial do Instituto de Criminalística, a igreja está atuando em desacordo com os limites de emissão de ruídos legalmente permitidos.
De acordo com a decisão judicial, todos os cultos da igreja devem ser suspendidos até a Igreja Mundial realize obras no templo para adequar a emissão de ruídos aos níveis permitidos legalmente. Segundo o iFronteira, entre as exigências que a igreja deverá atender está a instalação de porta de vidro no acesso principal, forro em material plástico sob a cobertura do telhado e fechamento das portas no desenvolvimento dos cultos.

A igreja, localizada na Rua Manoel Fernandes da Cunha, no centro da cidade, foi intimada da decisão no último dia 15 e deverá pagar uma multa diária de R$ 5 mil, caso não cumpra a determinação de suspender os cultos.

Christiene Avelar Barros Cobra frisou ainda que “reconhecer a liberdade religiosa da pessoa não significa dar-lhe carta branca para que esta aja violando os direitos de outrem, também fundamentais”.

Fonte:Gospel+

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