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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

“O humor CQC ofende a religião”, diz pastor Abner Ferreira, presidente do CIMEB


“O humor CQC ofende a religião”, diz pastor Abner Ferreira
Nesta quinta-feira (6) o pastor Abner Ferreira, presidente do Conselho dos Ministros Evangélicos do Brasil (CIMEB) publicou um artigo no portal Gospel Prime — pastor Abner é o mais novo articulista do portal —, criticando o programa humorístico da Band, o CQC, pelo desrespeito aos evangélicos.

O programa exibiu na segunda-feira (3)uma reportagem sobre a Audiência Pública promovida pela Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados na terça-feira (27) para discutir o Projeto de Decreto Legislativo 234/2011 proposto pelo deputado federal João Campos (PSDB-GO). Que visa sustar partes da Resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que falam sobre a relação do profissional de psicologia em prestar atendimento quanto à orientação sexual de seus pacientes. Durante a reportagem o humorístico tentou ridicularizar parlamentares e líderes evangélicos que participavam da audiência.

“O CQC, que se não por estupidez, faz humor com tudo o que seria politicamente correto nos tempos normais. Uma marcha pela destruição de valores morais, uma delinquência intelectual latente, que confunde pós-modernidade com pró-imoralidade. Tempos obscuros”, escreveu o pastor.

No artigo o líder questiona o limite para a liberdade de expressão e que não existe liberdade absoluta, “quando se trata de restringir a liberdade de expressão que fere a pessoa humana”, escreveu.

Abner também destacou a “moral alternativa” da comédia stand-up, que na opinião do pastor, promove a discriminação, incentiva a pedofilia e crimes sexuais, como na famosa frase do humorista Rafinha Bastos, ex-integrante da bancada do CQC, que disse que “mulher feia deveria agradecer por ser estuprada”.

O líder da Assembleia de Deus em Madureira destacou que “não será desacatando autoridades, ofendendo religiosos ou judeus que criaremos humor. Não podemos nos desvalorizar como civilização em prol do humor ofensivo, desrespeitoso, repleto de paradoxos, competividade, desvalorizando a cultura do respeito mutuo”, concluiu.

Leia o artigo na íntegra aqui.

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